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Split payment: a data mudou, o problema não

O split payment foi adiado para 2027. Isso não é a boa notícia que parece.

 

O Ministério da Fazenda confirmou: o split payment mecanismo que retém o IBS e a CBS automaticamente no momento do pagamento, antes mesmo do dinheiro cair na sua conta, só começa em 2027, e de forma opcional, restrito a operações entre empresas.

Quem comemorou o adiamento como um ano a mais de sossego está lendo a notícia errada.

Hoje, quando o paciente ou o convênio paga sua clínica, o valor entra inteiro.

O imposto é calculado e recolhido depois, na guia mensal.

E esse intervalo entre receber e pagar muitas vezes funciona como capital de giro informal.

Ou seja, muitas clínicas usam esse dinheiro no meio do caminho: para cobrir folha, pagar fornecedor, fechar o caixa do mês.

O split payment acaba com esse colchão. O imposto passa a ser separado na hora da transação e vai direto para o fisco. Você recebe só o líquido.

O adiamento não muda o problema, muda o prazo para resolvê-lo. E dois anos parecem muito até você fazer a conta: se sua clínica hoje usa a parcela do imposto como fôlego de caixa, em 2027 esse fôlego desaparece de uma vez.

 

O que fazer AGORA, não em 2027:

Simular quanto do seu caixa mensal depende desse “float” tributário.

Rever linha de crédito e prazo com fornecedores antes que o aperto apareça.

Separar contabilmente, já em 2026, o valor do imposto assim que ele entra como se o split payment já estivesse valendo.

 

Quem faz esse exercício agora chega em 2027 sem susto.

Quem espera a regra pegar, aprende o preço do float tributário no dia em que ele já não existe.

 

Quer saber quanto do caixa da sua clínica depende hoje desse intervalo entre receber e recolher imposto?

Fale com a ContConsult e simule o impacto antes de 2027.